Ar-condicionado de bonzinho a vilão: racionando o consumo nessa pandemia

Segundo pesquisa da PwC, a pandemia da COVID-19 foi responsável por aumentar o desenvolvimento das fontes renováveis nos modelos de negócios das empresas de energia, que pode levar o setor atingir a meta de emissão zero de carbono até 2050. Na apuração mensal, o balanço apontou que, em março, no início do isolamento social, foi registrado um aumento de consumo, de 0,27%.

O ano de 2020 está sendo marcado por diversos fenômenos naturais como terremotos, furacões, doenças, aquecimento global, os quais estão fazendo a diferença na vida de muitas pessoas. Muitos hábitos tiveram que ser repensados e refeitos no dia a dia da grande maioria da população não só do Brasil como a mundo inteiro.

Um dos maiores problemas enfrentado atualmente é a pandemia da Covid-19. Com a instrução dos órgãos mundiais de saúde para ficar em casa, surge um agravante no consumo diário de energia elétrica, isso porque mais e mais pessoas estão permanecendo no seu lar.

Se antes o pico de consumo de energia era marcado no período noturno, agora a margem do aumento se reflete o dia todo. Mais pessoas em casa, mais aparelhos elétricos e eletrônicos ligados e muita das vezes ao mesmo tempo.

Um dos maiores vilões desse consumo, segundo as concessionárias de energia elétrica, é o ar-condicionado. “Muitas pessoas não sabem quanto um ar-condicionado pode consumir por horas, e sem o conhecimento e fazendo uso indevido elas deixam de economizar no fim do mês”.

A instalação de ar-condicionado deve ser feita por profissionais qualificados e com garantia de um bom serviço, uma vez que a instalação não seja feita corretamente problemas como alto consumo, baixa produtividade e ineficiência no resfriamento podem ser observados.

Especialistas dão dicas de qual ar-condicionado escolher e mostram o quanto uma família pode economizar fazendo a escolha certa na hora da compra. Segundo os profissionais da área, existem dois tipos básicos de ar-condicionado para uso residencial que é o convencional e o inverter.

Embora ambos tenham a mesma aparência, o que muda é o seu modo operante, de um lado o convencional que tem um alto nível de consumo, do outro o inverter que possui uma eficiência energética muito maior, reduz em até 60% o consumo de energia, ao mesmo tempo que apresenta melhor controle da temperatura. Além disso, ele apresenta baixo nível de ruído e ainda utiliza gás R-410ª, um gás ecológico que não agride a camada de ozônio.

O consumo consciente de energia deve começar logo cedo, afinal de contas não se sabe ao certo por quanto mais as pessoas terão que permanecer em casa. Consequentemente, os consumidores devem buscar mais informações e ficar atentos para evitar cobranças e negativações indevidas pelas concessionárias de energia.

Fonte: https://www.sfriarcondicionado.com.br

Deixe comentário